EDR, MDR e XDR quais são as diferenças?

Usa a mesma senha para tudo?

Você usa a mesma senha para tudo?

Pesquisa diz que 4 em cada 5 brasileiros usam a mesma senha em diferentes serviço.

Seja sincero, você realmente cria senhas diferentes cada vez que precisa fazer uma nova conta em algum site ou se cadastrar em algum serviço? Se a resposta for negativa, saiba que você não está sozinho. De acordo com a PSafe, 4 em cada 5 brasileiros utilizam a mesma senha em diferentes contas ou serviços na internet. 

A utilização de senhas fortes e a constante modificação delas em momentos oportunos são recomendações constantes de segurança virtual há anos, mas mesmo assim a população brasileira ainda não pratica esses atos com frequência.

O número  representa cerca de 67,6 milhões de pessoas em todo país. E não é só isso. Segundo a pesquisa, 23,4% dos entrevistados declararam que já compartilharam suas senhas com terceiros e pouco mais da metade deles afirma não ter o hábito de trocar suas senhas. 

Para se ter uma ideia de como a criatividade não é o forte da maioria dos usuários da internet, em 2018, pelo segundo ano consecutivo, um levantamento das senhas mais utilizadas no mundo revelou que a preferida da população era “123456”. Os seis números permanecem no pódio em 2019,  segundo dados do Centro Nacional de Segurança Cibernética (NCSC), órgão governamental do Reino Unido, a segunda é “password” ou - em português - senha.

Para Emilio Simoni, diretor do dfndr lab - laboratório especializado em segurança digital - utilizar uma senha fraca ou repetida em diferentes serviços online, aumenta as chances de um hacker ter acesso às informações do usuário. “Ao invadir uma conta, a primeira ação do atacante é tentar acessar outros serviços na internet com a mesma senha e, depois, alterá-la para que o usuário não tenha mais acesso a sua conta. Em alguns casos, o hacker pode utilizar informações da vítima e de seus contatos para enviar phishings personalizados por e-mail, induzindo que ela clique e informe dados sigilosos, como senhas bancárias”, afirma o diretor.

“Temos aí dados alarmantes, especialmente para empresas, pois os cibercriminosos podem utilizar essas credenciais para efetuarem login no sistema de uma companhia e comprometê-lo, além de acessar dados sensíveis e sigilosos. Eles podem fazer isso com pessoas físicas? Sim, mas provavelmente vão querer mirar seus ataques onde o lucro pode ser bem maior em um único ataque”, alerta o CEO da PSafe, Marco DeMello.

Ainda de acordo com a pesquisa da companhia 16,3% dos usuários já usaram suas senhas bancárias ou de cartão de crédito em contas online. Dado preocupante, visto que, com o passar dos anos e com o aumento da tecnologia, os crimes de roubo de dados estão em ascensão. Confira as dicas para criar uma senha forte:

  1. Não use palavras e padrões comuns, como "senha123" ou "meunome2134";
  2. Dê preferência para senhas longas de, no mínimo, 12 caracteres;
  3. Misture letras minúsculas e maiúsculas, número e símbolos;
  4. Evite senhas de fácil dedução, como data de aniversário, telefone ou nome de parentes;
  5. Utilize uma senha diferente para cada conta ou serviço online, como e-mail e redes sociais;
  6. Realize a troca de suas senhas a cada três ou quatro meses e jamais informe seu código para terceiros.
  7. Utilize uma ferramenta de verificação de duas etapas.


Fig.1 Tabela de senhas de 2020 usou dados de 2018 com base em senhas com hash MD5 quebradas por uma GPU RTX 2080.




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